Depois do acontecido, Castro, um homem casado, 42 anos, nascido na Cidade do México, telefonou para o seu chefe e disse: "Fui estuprado. Estou envergonhado. Foram dois caras. Eu estava limpando o banheiro quando dois caras grandes e escuros, possivelmente samoanos, entraram, colocaram uma corda no meu pescoço e começaram a me estrangular. Depois colocaram um pano com alguma substância na minha boca. Quando acordei, estava sozinho com minhas calças arriadas".
O chefe de Castro, assustado, ligou imediatamente para a emergência, alertando bombeiros, paramédicos e a polícia, que foram para o local. Castro repetiu sua história para pelo menos 12 pessoas.
Depois de uma investigação detalhada, foi constatado que a história contada por Castro era falsa, já que não havia provas da existência da corda, nem dos samoanos ou do suposto estupro.
Castro agora é acusado de contravenção por falso testemunho. E são 12 acusações, uma para cada pessoa a quem ele contou sua história. "O senhor Castro é acusado de fazer experiências com um vibrador, deixá-lo preso e depois inventar uma mentira para se livrar da vergonha", disse o policial Bauer.
Além do tempo na prisão, o homem terá que restituir US$ 30 mil ao Estado. O julgamento será no dia 12 de setembro.