"Me dê seu dinheiro ou eu vou atirar", disse ele, segundo a polícia e testemunhas. Todos ficaram em silêncio, em choque. Então uma das convidadas começou a falar com o assaltante.
"Nós já estamos terminando de jantar. Por que você não toma uma taça de vinho conosco?", disse Cristina "Cha Cha" Rowan, 43 anos. Ele deu um gole na taça e disse: "Que vinho bom". O pai da menina que estava sob a mira da arma, Michael Rabdau, 51 anos, disse ao intruso para que levasse a taça. Cristina sugeriu que ele levasse a garrafa.
O assaltante, já sem capuz, tomou outro gole e experimentou um pedaço de queijo Camembert. "Eu acho que eu vim à casa errada", disse ele. "Podem me dar um abraço?", pediu.
Então Cristina, que trabalha em um escola infantil, se levantou e colocou os braços ao redor do assaltante. Logo depois, os outros seguiram o exemplo e se levantaram. "Podemos dar um abraço coletivo", perguntou então o assaltante. Todos concordaram.Minutos depois, o homem deixou o local levando uma taça cheia de vinho, mas sem roubar nada. A polícia foi chamda e só encontrou a taça vazia em um beco atrás da casa. Os policiais classificaram o episódio, que durou 10 minutos, de estranho, mas verdadeiro. Algumas das testeminhas acreditam que o intruso estava sob influência de drogas.
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