A pequena Paris Talley morreu no dia 30 de agosto de 2005. Arnold foi presa e interrogada pela polícia logo depois. Segundo o detetive que tomou o depoimento, a mãe disse que "se não estivesse tão bêbada, talvez seu bebê não tivesse morrido", contou Michael Galbraith na audiência.
Arnold alegou que estava bêbada, mas que não se lembra de ter feito qualquer coisa que causasse queimaduras no bebê. De acordo com o detetive, a mãe disse no depoimento que chegou em casa bêbada e acordou às 2h30 com o choro da criança. Ela teria, então, aquecido uma mamadeira no microondas, alimentado a filha e depois trocado sua fralda.
Galbraith afirmou ainda que Arnold falou que dormiu no sofá com o bebê em seu colo. A mãe disse também que só ela e seus outros três filhos - que têm 3, 6 e 7 anos - estavam na casa. O namorado dela chegou algumas horas depois e percebeu que havia alguma coisa errada com a pequena Paris.
A investigação concluiu que, pelos ferimentos, a única explicação para a morte é que o bebê foi "cozinhado" no microondas. Os promotores querem que Arnold seja sentenciada à pena de morte pelo crime.
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