"Normalmente achamos impressões digitais na cena do crime, mas não é sempre que os ladrões deixam o original também", disse um policial da cidade de Hildesheim.
A polícia não perdeu tempo e rapidamente relacionou o pedaço de dedo às impressões digitais do gatuno, um iraquiano de 15 anos de idade que a polícia já tinha em seu arquivo. O jovem inicialmente negou ter invadido um escritório para roubar um computador, mas acabou confessando quando a polícia lhe mostrou o pedaço do dedo, que foi cortado em uma janela quebrada.
"Não sei informar se o rapaz pediu pelo dedo de volta no final", disse o policial.